Persona – Mar revolto

Minha persona revolta
Transfigura em calmaria
De forma eloquente.
Chego a acreditar
Mar revolto
Ondas desdobrando no infinito. Tempestades.
Me desfaço.
Faço
Falo ao vento
Calo – me
Um grito de silêncio
Ecoando aos quatro ventos
O Silêncio que fere.

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Vento na janela

Bate o vento na janela

Olho as ruas e quem andam nelas

Quanta gente a caminhar

Pra onde vão?

Onde querem chegar?

Fecho os olhos e na mente

Somente ela, abro os olhos,

e fecho a janela..

Vento vai e fala a ela

Não me tortures assim,

que eu não sou uma moça tão ruim,

Tenho meus enganos, mas também tenho meus acertos

Vento vai e vento vem

Abro a janela.

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